As palestras funcionam como um tempo de reflexão e acolhimento, com ministrações leves e empáticas que fogem as receitas prontas, “dos 05 passos para se alcançar alguma coisa”, dos ensinamentos sobre “como influenciar pessoas”, dos shows e das músicas que condicionam emocionalmente o ouvinte.
A filosofia aqui não atua como instrumento de auto ajuda, a ideia é sempre a conexão, uma análise corajosa e imparcial dos conteúdos. As ministrações buscam comunicar a unidade e a ideia é que cada ouvinte seja impactado de forma particular e de acordo com suas necessidades.
Os temas que mais geram resultados:
- Sentido, propósito e autorrealização
- Sociedade do cansaço
- Transformando o estresse em um meio de ascensão
- Percepção de valor e amor próprio
- Vencendo a ansiedade moderna
- O mundo real ainda existe
- Vai ficar tudo bem
As temáticas são construídas a partir de reflexões filosóficas em contraponto com a vida na pós modernidade que vão desde pensadores clássicos como Sócrates, Platão e Aristóteles até os modernos como Viktor Frankl, Byung-Chul Han, Zygmunt Bauman, Michel Desmurget, enriquecidos com sabedorias milenares como Bhagavad Gita e Darmapada.
Sugerimos sempre que as palestras sejam ministradas presencialmente, ocorram em ambientes diferentes do local de trabalho, como por exemplo salas de treinamento, reuniões ou auditórios e que em seguida celebre-se com eventos como por exemplo, happy hour e sempre ao final do expediente.
Para os ajuntamentos virtuais sugerimos grupos menores e sempre ao final da semana e do expediente.
As orientações são de extrema importância uma vez que os temas costumam agir de forma profunda nos ouvintes e para processamento das informações é preciso algo que hoje nos é escasso e de extrema valia: o tempo.
